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Impressoras capazes de reproduzir órgãos e ossos em três dimensões ajudam médicos.

20 dezembro de 2011, por GrupoSEA
No último dia 03 de Dezembro de 2011, foi exibido no Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão uma matéria onde
as tecnologias de Prototipagem Rápida 3D foram abordadas.
A Zcorporation fez parte da matéria com suas impressoras modelos Z510 e Z650.
A matéria mostrava não só a tecnologia como principalmente sua aplicação no setor médico.
Confira abaixo um trecho da matéria:
“Órgãos e ossos humanos já podem ser reproduzidos em três dimensões por uma impressora que está ajudando
médicos na Europa.
Foi-se o tempo em que imprimir significava apenas colocar tinta no papel. Hoje em dia, as chamadas
impressoras tridimensionais são capazes de reproduzir qualquer objeto, milimetricamente. Em vez de tinta,
plástico, gesso ou metal. Lentamente, a impressora produz camadas tão finas que não dá para ver a olho nu.
A espessura de cada camada é de um décimo de um fio de cabelo.
A máquina leva até cinco horas para fabricar os objetos. Um simples chaveiro já pode sair até com a
corrente. Agora, nas mãos de médicos, as impressoras em 3D se tornam uma nova ferramenta cirúrgica.
Com esse tipo de impressora tridimensional, é possível reproduzir qualquer órgão do corpo. Por exemplo:
um pulmão com câncer, o osso de um pé fraturado, um coração que acaba de sofrer um infarto. Com isso,
não tem surpresa: quando os médicos iniciam o processo cirúrgico, já sabem o que vão encontrar dentro
do corpo e qual a melhor forma de curar.
O doutor Greg Gibbons, pesquisador da Universidade de Coventry, na Inglaterra, mostra o caso de um
joelho fraturado.
As radiografias e tomografias do osso são escaneadas para o computador e servem de molde.
Com uma peça em gesso igualzinha ao osso da paciente, podemos proceder com a cirurgia, sem riscos e
com menos de um quarto do tempo de duração de uma cirurgia comum. Além de tudo, isso representa economia.
As impressões custam o equivalente a R$ 150 por peça.
Segundo o doutor Greg, as impressoras em três dimensões também permitem a reprodução de partes para
transplantes.
No caso de uma pélvis, o osso quebrado serviu de base para a impressão de uma peça de titânio exatamente
do mesmo tamanho da parte que quebrou.
Na Alemanha, os cientistas já usam as impressoras em 3D para fabricar pontes de safena e válvulas do
coração com material sintético à prova de rejeição. O doutor Guenter Tovar, da Universidade de Stuttgart
acredita que dentro de pouco tempo as cirurgias cardiovasculares vão poder contar com mais essa ajuda da
ciência”.
Fonte: Matéria do Jornalista Marcos Losekann exibida no dia 03/12/12 no Jornal Nacional da rede Globo
de Televisão.